O GU.IA usa inteligência artificial para organizar, automatizar e simplificar o trabalho do jornalismo comunitário — sem substituir quem realmente entende da cidade: os jornalistas locais.
Mais de 2.500 municípios brasileiros vivem sem nenhuma cobertura jornalística local. Onde há cobertura, equipes pequenas operam sobrecarregadas, com pouca tecnologia e custo crescente.
+2.500 cidades sem jornalismo local. A periferia das grandes cidades sofre o mesmo abandono informacional.
Uma pessoa apura, edita, diagrama, publica e gere redes sociais. O trabalho técnico engole o trabalho jornalístico.
Influenciadores e perfis comerciais dominam o espaço local sem curadoria, contexto ou compromisso com a verdade.
Acervos históricos de décadas se perdem sem digitalização. A memória da cidade desaparece com o papel.
O GU.IA foi criado por jornalistas para que jornalistas possam se dedicar ao que realmente importa. A IA entra como infraestrutura invisível — organiza o fluxo, elimina o trabalho mecânico, simplifica a operação.
Menos tempo com tarefas mecânicas. Edição, formatação, categorização e publicação automatizadas.
Mais tempo para escutar a comunidade. Apuração, entrevistas, presença territorial — o trabalho que faz diferença.
IA como infraestrutura invisível. A tecnologia trabalha em segundo plano. A decisão editorial é sempre humana.
Acessível para equipes não técnicas. WhatsApp, chatbot, interfaces simples — sem exigir conhecimento especializado.
Integração de ponta a ponta. Conteúdo, colaboração, memória e distribuição em um único ecossistema.
A IA organiza o processo. A decisão editorial continua humana.
Textos, áudios, imagens e pautas via chatbot, WhatsApp ou upload. Ou bot configurado para buscar fontes como o Diário Oficial e sites de prefeitura.
IA estrutura, categoriza, revisa e encaminha ao editor responsável.
Jornalista analisa, ajusta, valida e decide. Sempre na decisão final.
Site, áudio, resumo, tópicos, agenda e redes sociais — um clique, múltiplos formatos.
Conteúdo indexado, pesquisável por IA e conectado à história local.
Revisão, reescrita, categorização e publicação automáticas. O jornalista foca no que é insubstituível.
Décadas de conteúdo indexados e pesquisáveis em linguagem natural.
Desenhada para quem não tem especialização técnica. Simples desde o primeiro uso.
Editores publicam diretamente. Colaboradores passam por aprovação. Segurança editorial configurável.
Texto, áudio, tópicos, agenda — um conteúdo, múltiplos formatos gerados automaticamente.
O mesmo sistema replicável em qualquer cidade, bairro ou comunidade do Brasil.
Colaboradores enviam por WhatsApp, áudio ou foto. Sem barreiras de acesso.
O GU.IA usa IA de forma intensa e intencional. Mas jamais substitui o que é insubstituível: a sensibilidade editorial, o conhecimento territorial e a confiança construída com a comunidade.
Qualquer veículo que acredita no poder da informação local para transformar comunidades.
Veículos com história e credibilidade local que precisam de ferramentas para operar com mais eficiência no ambiente digital.
Sites de notícias de bairro, cidade ou região que buscam automatizar o fluxo de produção sem perder a curadoria jornalística.
Grupos de jornalistas independentes que produzem informação com propósito e poucos recursos operacionais.
Projetos que documentam a cultura, a memória e a identidade local e precisam de uma plataforma de publicação e distribuição.
Iniciativas de digitalização e preservação do acervo histórico de comunidades, cidades e regiões.
Prefeituras, fundações e organizações públicas que precisam fortalecer ecossistemas locais de informação.
O GU.IA não é apenas uma ferramenta. É uma aposta no futuro do jornalismo comunitário como base da democracia local e da identidade territorial.
O Brasil tem mais de 2.500 cidades sem nenhum veículo jornalístico local. O GU.IA foi pensado para mudar esse cenário.
Comunidades mais informadas participam mais, cobram mais e decidem melhor. Jornalismo local é infraestrutura democrática.
Arquitetura modular e baixo custo operacional permitem replicar o modelo em qualquer bairro, cidade ou região.
Não é um projeto de laboratório. Nasceu de décadas de convivência com os desafios reais do jornalismo comunitário.
Décadas de conteúdo organizados, indexados e disponíveis para pesquisa em linguagem natural. A memória da cidade ao alcance de todos.
Conteúdo, colaboração, distribuição e acervo integrados. Uma plataforma que cresce com o veículo e com a comunidade.
Uma base técnica sólida que combina as melhores ferramentas — integradas de forma coerente para servir ao jornalismo, não ao contrário.
Modelos de linguagem para reescrita, categorização e geração de conteúdo.
Pipelines que processam e encaminham conteúdo automaticamente.
Gestão de conteúdo flexível, com permissões configuráveis por função.
Entrada por WhatsApp e app — texto ou áudio, sem barreiras.
Linguagem natural sobre todo o acervo histórico com recuperação contextualizada.
APIs abertas para redes sociais, agendas externas e parceiros.
O GU.IA não nasceu em laboratório. Nasceu nas redações, nas ruas, nas assembleias de bairro. A tecnologia que criamos vem de quem viveu, por décadas, os desafios e a missão do jornalismo comunitário real.
A plataforma nasceu de uma necessidade real, testada por décadas: como fazer jornalismo de qualidade com equipe pequena e orçamento limitado? A resposta foi o GU.IA.
Se você acredita que o futuro da informação local depende de tecnologia com propósito, inteligência comunitária e ferramentas acessíveis, o GU.IA quer conversar com você.